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Fundater em Goiás vai envolver três Ministérios na preservação de nascentes do Rio Tocantins

Um passo muito importante nesse sentido foi dado na última segunda – feira dia 11, quando uma comitiva goiana, capitaneada pelo presidente da Fundater – Fundação de Desenvolvimento, Assistência Técnica e Extensão Rural de Goiás, Adilon Antônio de Souza, foi recebida pelo Ministro de Desenvolvimento Social Dyogo Henrique de Oliveira em seu gabinete em Brasília.

Adilon Antônio falando ao Ministro Dyogo sobre o projeto

Nesse encontro, o grupo mostrou ao Ministro o plano integrado para a conservação das nascentes do Rio Tocantins em Goiás, que nasce no Planalto Central na Serra Dourada, cuja bacia é de 803.250 quilômetros quadrados e extensão de 2.416 quilômetros até desaguar no Atlântico.

No Rio Tocantins, estão instaladas importantes usinas hidrelétricas – Serra da Mesa, Cana Brava, São Salvador, Luiz Eduardo Magalhães, Estreito e a maior delas, a Usina Hidrelétrica de Tucuruí. O potencial de geração de energia elétrica dessas usinas é de aproximadamente 11.500 MW.

Na audiência com o Ministro Dyogo Henrique, o presidente da Fundater fez uma breve exposição de motivos delineando a essência do projeto e salientando que: “em face dessa magnitude e do compromisso com as gerações atual e futura, o governo brasileiro, em 2012, cogitou tombar as nascentes dos Rios Tocantins, Araguaia e São Francisco, por suas relevâncias estratégicas no processo de desenvolvimento sustentável do País.”

Enfatizou ainda que “para Goiás, essa importância vai muito além desse valiosíssimo potencial energético, uma vez que as nascentes do Tocantins se estendem por 34% do território goiano, com implicações inegáveis na vida de mais de 851 mil habitantes em 51 municípios.” Em toda essa área foram catalogadas cerca de 37.837 nascentes do Tocantins.

Após a fala de Odilon Antônio de Souza, o engenheiro ambiental Àquila Levindo, do Instituto Vida mostrou, através de um painel digital, detalhes de todo o projeto. Àquila foi o responsável pela finalização do trabalho. Ele é ligado ao Instituto Vida que fez parceria com a Fundater para a execução do trabalho de recuperação e conservação das nascentes.

Àquila Levindo (último à esquerda) apresentando o painel ao Ministro Dyogo Henrique

Após todas as exposições de motivos, o Ministro Dyogo Henrique de Oliveira fez algumas perguntas e disse tratar-se realmente de uma arrojada missão. Para ele, necessariamente esse trabalho deve envolver também outros dois Ministérios o das Cidades e de Integração Nacional/Sudeco.

Ministro Dyogo Henrique: “Trata-se de um projeto arrojado que deve envolver outros Ministérios.”

O próprio Ministro Dyogo Henrique prometeu que vai articular junto aos demais Ministérios, uma reunião envolvendo então três ministros e assessores, a Fundater e seus representantes para formatarem o projeto no sentido de que o mesmo se torne exequível. Não precisou a data do próximo encontro mas adiantou que será em breve.

Comitiva

A comitiva que foi a Brasília, além do presidente da Fundater Adilon Antônio de Souza, era composta pelo engenheiro agrônomo Odilon Claro de Lima, representando o Conselho Curador da Fundater; engenheiro Agrônomo Márcio de Jesus Guimarães Resende, da Emater; Júlio César da Serra Campos, diretor financeiro da Fundater; Àquila Levindo, Instituto Vida, empresário Horácio Neves e o jornalista Luiz Carlos Rodrigues.

Texto e Fotos: Imprensa Fundater/Fundepec-Goiás

 

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Fonte: Scot Consultoria, Canal Rural e Notícias Agrícolas

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